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Exercícios podem reduzir o estresse

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Categoria: Assuntos variados Escrito por FT8 - O Canal 8 de notícias.
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Médico especialista da rede de academias B-Active dá dicas de exercícios físicos para combater o estresse e aumentar a qualidade de vida.

 

 

Pesquisas apontam que um a cada três brasileiros sofrem com o estresse. Diferente do que a palavra nos remete, devido à popularização do conceito ao decorrer dos tempos, o estresse é uma condição fisiológica do organismo, e não somente a irritação ou cansaço. Quando registramos uma ameaça, imediatamente o sistema nervoso central é acionado, aumentando a liberação de cortisol e adrenalina no organismo, acelerando os batimentos cardíacos, aumentando a frequência respiratória, a pressão arterial e contração muscular.

Mesmo se tratando de uma condição necessária à sobrevivência, é preciso observar a cronicidade do estímulo estressante, pois ele pode gerar consequências danosas ao organismo, acarretando sintomas que vão desde dores de cabeça, fadiga, distúrbio gastrointestinal, prurido, insônia entre outras doenças como as cardiovasculares.

 

Por atuarem diretamente nos níveis hormonais, os exercícios físicos tornam-se um eficiente hábito de combate ao estresse. De acordo com o Dr. Benjamin Apter, médico especialista em medicina esportiva, fisiologia do exercício e diretor da rede de academias B-Active o exercício físico praticado de forma regular diminui a produção do cortisol e estimula a produção de endorfinas, ou seja, diminui os hormônios que acentuam a situação de estresse e aumentam a concentração de hormônios que trazem sensação de bem estar. Estes são os hormônios mais conhecidos, mas o mecanismo é mais complexo.

Estudos recentes publicados pelo Colégio Americano de Medicina Esportiva, e outras revistas médicas especializadas relatam que os exercícios físicos que proporcionam gasto médio calórico semanal de 1800 a 2100 calorias contribuem efetivamente para a redução da incidência de doenças crônicas e diminuem significativamente as situações de ansiedade.

 

“Com a sobrevida avançando cada vez mais e a necessidade das pessoas se manterem produtivas, o estresse já está presente na terceira idade. Tem o diagnóstico difícil por termos que afastar todas as outras causas possíveis dos sintomas, mas o sedentarismo já é um indício”, complementa Dr. Apter.

 

Os exercícios físicos bem orientados para a condição física, clínica e idade de cada um é a chave do sucesso para obter o gasto calórico adequado sem causar lesões desnecessárias.

 

Atualmente o estresse não é categorizado como uma doença, a condição é vista como uma síndrome que pode afetar vários órgãos e sistemas, mas nem por isso devemos deixar de combatê-lo, pois a sua cronicidade pode levar a outros distúrbios mais graves afastando o indivíduo dos estudos, trabalho e da família.

 

 

Para mais informações, acesse: www.bactive.com.br