A importância do protetor solar

Bookmark and Share

Dentro ou fora de casa o uso do protetor solar deve ser contínuo.

Foi-se o tempo em que as pessoas se preocupavam com a proteção solar apenas na praia ou na piscina. Segundo dados da Associação Brasileira de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), o Brasil responde por 23% do mercado de protetores solares do mundo. Um estudo feito pela empresa de pesquisa de mercado Mintel, a pedido da Abihpec, concluiu que 50% dos brasileiros usaram protetor solar com FPS acima de 30 nos últimos seis meses.

Se expor ao sol sem o uso do protetor solar pode gerar queimaduras, vermelhidão e manchas, além do envelhecimento precoce. Mas o cuidado com a pele não se limita a lugares abertos, onde há irradiação do sol, mas também a lugares em que a pele fica muito tempo exposta a luz fluorescente. Além de ser muito semelhante aos raios do sol, a luz fluorescente incide de maneira vertical, por horas, iluminando principalmente o rosto, por isso, o fator de proteção deve ser sempre o mesmo que se utiliza durante as exposições solares.

No entanto, a maioria dos produtos do mercado ainda apresentam formulações que não são seguras para nossa saúde em longo prazo.

Geralmente, os protetores possuem três substâncias que são potencialmente sensibilizantes. São elas os parabenos, o benzofenona e o PABA (ácido para-aminobenzoico).

Os parabenos vêm sendo usados em produtos há muito tempo por serem ótimos conservantes. Entretanto eles são alergênicos e também, segundo estudos, são relacionados ao desenvolvimento de câncer em longo prazo. Conforme estudo realizado na Universidade de Reading, Reino Unido e publicado em janeiro de 2004 no Journal of Applied Toxicology, os parabenos podem apresentar propriedades estrogênicas, podendo levar a desequilíbrios hormonais.

A Benzofenona é uma substância muito comum nas formulações dos protetores e de acordo com pesquisas da Universidade Utrecht, Holanda e publicado no jornal “Toxicology and Applied Pharmacology”, 2005, comprovou que esses compostos imitam o hormônio feminino estrogênio, e seu uso contínuo pode causar desequilíbrios hormonais e aumentar o risco de doenças, como o câncer. Então, o melhor mesmo é evitar produtos com benzophenone.

O PABA, também conhecido por ácido para-aminobenzóico, é um filtro sintético que absorvente as radiações UVB e é altamente alergênico, além de poder manchar roupas e a pele.  Alguns protetores importados já vêm com o selo “PABA-free”.

 

Fonte: Alergoshop