Vaidade independe de classes sociais e abre portas para o mercado de trabalho

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Quem nunca ouviu dizer que a primeira impressão é a que fica?

Estar bem vestido, com unhas feitas e cabelo arrumado faz a diferença, causam sim uma boa impressão no ambiente de trabalho e podem abrir portas. Numa entrevista de emprego, se os perfis de candidatos e seus currículos forem quase idênticos, o desempate segundo a diretora da Inthegra Talentos Humanos, Vianei Altafin, pode ser a aparência.

Para os que participam de reuniões com clientes ou de eventos, estão à frente de cargos que lidam com atendimento ao público, a aparência deve ser levada a sério. “A aparência é tudo e agrega valor as demais qualidades como competência, experiência e saber conversar usando as regras gramaticais corretas. Tudo isso contribui para obter uma promoção, uma nova colocação e até conquistar um novo cliente”, disse Vianei.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Data Popular no primeiro trimestre deste ano, de 44 cidades, apontou que 78% das mulheres da classe alta foram ao salão de beleza nos últimos 30 dias, além de 56% da população feminina da classe média e 43% da classe baixa. “Estes dados refletem o quanto as mulheres, independente da classe social em que estão se preocupam com a estética e o quanto esse mercado está crescendo também. Hoje, a imagem pessoal é o cartão de visita em qualquer ocasião. Estar com unhas, cabelos, e até uma barba bem feita em dia, é um cuidado e faz a pessoa ser lembrada já que somos observados a todo o momento”, afirma a diretora do mais novo salão de beleza Clau Borges Hair e Makeup, Claudiana Borges.

A pesquisa também apontou que houve um crescimento de 124% com compras de cosméticos, produtos de higiene pessoal e serviços de beleza (cabeleireiros, manicures e esteticistas), um salto de R$ 26,5 bilhões a dez anos, para R$ 59,3 bilhões este ano.

Homens e mulheres que estão à frente de suas empresas não podem desaperceber da aparência. “Eles devem dar exemplo aos funcionários e incentivá-los a se produzirem, sem exageros. Se a empresa não oferecer o uniforme, é preciso definir um estilo que se encaixe com o seu perfil para que haja uma identidade”, conclui a gestora.       

“Um novo corte e cor de cabelo, uma unha bem feita elevam a auto-estima e mexem com a vaidade de homens e mulheres de qualquer idade ou classe social”, conclui Clau Borges.